quinta-feira, 8 de maio de 2008

Amy, sucesso, dicas, felicidade...

Quase dez anos depois do último post, eis que reapareço...

Eu postando, com as palavras da Vivi, que faz sua estréia - diga-se de passagem - e que parece andar em sintonia comigo. Fui checar meus emails e vejo um enviado por ela, tão meiga se explicando pela demora para seu primeiro post, sem necessidade, afinal nem eu tenho passado por aqui.

Mas o que nos faz estar em sintonia não é o fato de não estarmos postando freqüentemento no blog, mas sim pelo assunto do post no qual ela me enviou nesse email. Quando abri o arquivo e li o texto para postar, nem acreditei, era sobre Amy Whinehouse, que seria o tema de um dos meus próximos posts.

O post aborda - de forma concisa e direta - a relação entre felicidade e sucesso, usando como pano de fundo a cantora mais aplaudida e elogiada da atualidade, mas que vive se envolvendo em escândalos.

Felicidade? Sucesso?


Analisado Amy Winehouse, eu paro pra pensar na relação entre a tal felicidade e o sucesso. Se Amy fosse uma pessoa ‘saúde’, equilibrada, pacata e vivendo apenas de aventuras mesquinhas será que ela seria esse gênio musical? Creio que a devastação íntima, digamos assim, é a essência da grande arte. Acreditem, a grande arte é infeliz!
Imagine Winehouse fazendo canções patéticas sobre amor? Credo. Ela pode não ser a pessoa mais feliz do mundo em relação a sua vida intima, o que acredito que seja verdade, mas no seu profissional é simplesmente sensacional (Ok, ela não pôde ir ao Grammy). A grande arte custa caro minha gente, e como em tudo existem os dois lados. Ainda há pessoas que preferem a arte barata, aqueeela dos pagodeiros com canções festivas e tolas sobre o amor!

Com sua voz, absurdamente, marcante e suas tatuagens fenomenais, ela vai muito além de uma mulher drogada e problemática. É basicamente um gênio atormentado. Amy para presidente!
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De tudo um pouco

Uma dica de música que não poderia deixar de faltar, visto a personagem do post de hoje, é o cd "Back to black", lançado em 2006 pela cantora Amy Winehouse. Voz sensacional, forte e marcante e músicas com letras que refletem muito da sua personalidade, o cd é de audição indispensável. Para ouvir lendo esse post, indico a ótima "Tears dry on their Own". Ouça e vicie, sem trocadilhos com os hábitos da cantora...

Para quem gosta de cinema, indico "Pecados Inocentes", do diretor Tom Kalin. O drama estrelado pela fantástica Julianne Moore aborda a vida de uma famíla, que numa série de fatos mal resolvidos durante a vida constrói seu trágico fim. O filme denso e angustiante, mostra de forma delicada e sutil a relação muito particular entre mãe e filho, que a primeira vista parece ser uma relação maternal, mas que se desdobra e termina tragicamente. Imperdível, sobretudo pela maravilhosa interpretação de Julianne, um dos grandes trunfos do filme.

Acho que é só, depois tem mais.

Aproveitem as dicas...e a vida também!

Até breve!

6 comentários:

Viviane Portes disse...

Post ficou curtinho, mas consegui 'desabafar' o que eu penso em relação a Amy rsrs. Ah, as dicas são óótimas!

Beeeeijo Diego e parbens pelo nosso filho! kkk

Isabel Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Isabel Santos disse...

BEEEEEEM,
sobre Amy,pouco conheço,pouco posso dizer.
SÓ posso dizer,que arte alguma,seja de rockeiros,pops americanos ou pagodes,seja lá do que falam,pode ser criticada!
A arte é relativa,é imensurável.'Grande' arte? E que arte não é grande para o artista? Ou pequena para a mídia? Tudo é muito relativo quando se fala de arte,visto que a mesma expressa visões de mundo.E existe algo mais relativo que isso?
Enfim,
a sua amiga Amy,tem uma barriga muuuito séxy =)

Beeeijo Diii,e Vivi!
;*

Cris Ventura disse...

Antes de qualquer coisa, tenho que dizer que sou sua fã incondicional! Tá lindo o Blog! Já criei o meu, mas ainda tô montando... Mas... em relação a essa Amy aí, também pouco sei como a Isabel Santos... desculpe a ignorância! Contudo, eu ainda prefiro as músicas patéticas que são meladas e fazem bem ao coração! A "Grande Arte" não pode destruir a nós mesmos, seja de qualquer gênero... Beijos, Cris

Gisa Albuquerque disse...

Adorei ler mais um pouco sobre a Amy... acho que estava cansada de ouvi sobre a mesma na tv.. dá um impacto diferente!!! E é uma pura verdade, o que seria dela se não tivesse esse jeito doido... rsrsrs!!! Bjus Diego parabéns pelo blog... Gisa (coração)

Anônimo disse...

Antes de comentar, quero dizer que te amo e tenho orgulho de ser mãe desse talentoso e lindo futuro jornalista.
Sobre a Amy, não consigo perceber felicidade nela,Fico deprimida quando assisto um video dela.Concordo com a Gisa, o que seria dela se não fosse a sua loucura? Prefiro ser "normal" e curtir MPB,Samba,funk......Viva as diferenças!!!!!!!!!Te amo.